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Terremoto de magnitude 5,9 atinge o sul do Irã

Abalo aconteceu na província de Bushehr, que abriga uma usina nuclear. Não há relatos de danos e vítimas. Imagem de arquivo, de 10 de novembro de 2019, mostra a bandeira iraniana na Central Nuclear de Bushehr Atta Kenare / AFP Um terremoto de magnitude 5,9 atingiu a província de Bushehr, no sul do Irã, segundo informações divulgadas pela televisão estatal do país neste domingo (18). A região abriga uma usina nuclear, mas não houve relatos imediatos de vítimas. Um funcionário do governo disse à Reuters que não houve relatos de danos ao complexo nuclear de Bushehr. "O terremoto atingiu a área de Bandar Gonaveh na província esta manhã. Não há relatos de danos ainda", noticiou a TV estatal. O comunicado também afirmou que o epicentro do terremoto foi de 10 km, sem dar mais detalhes, e também acrescentou que equipes de resgate foram enviadas ao local para ajudar em eventuais buscas e controle de danos. Cruzada por grandes falhas geológicas, o Irã é um dos países mais propensos a terremotos do mundo. Em 2003, um terremoto de magnitude 6,6 na província de Kerman matou 31 mil pessoas e arrasou a antiga cidade de Bam. Central nuclear de Bushehr A central nuclear de Bushehr produz mil megawatts. Ela foi construída pela Rússia e começou a funcionar em setembro de 2013. Em 2016, empresas russas e iranianas começaram a construir dois reatores de mil megawatts em Bushehr. A obra deve durar cerca de dez anos. VÍDEOS: Notícias internacionais
Sun, 18 Apr 2021 07:26:45 -0000
Os chineses sobreviventes do Titanic que chegaram nos EUA e foram rejeitados

Quando o Titanic afundou, em 1912, seis homens chineses foram resgatados - mas sua provação não terminou naquele momento. Entre os sobreviventes, estão Ah Lam, Fang Lang e Ling Hee LP Films Quando o luxuoso navio de passageiros britânico Titanic afundou no Oceano Atlântico em abril de 1912, milhares de pessoas caíram em águas geladas. Apenas um dos botes salva-vidas que escapou do navio naufragado voltou para procurar sobreviventes. Na escuridão, a equipe de resgate encontrou um jovem chinês agarrado a uma porta de madeira, tremendo, mas ainda vivo. Esse homem era Fang Lang, um dos seis sobreviventes chineses do Titanic, e seu resgate iria inspirar uma cena famosa no blockbuster de Hollywood de 1997, o filme Titanic. Mas essa sobrevivência milagrosa não foi o fim de sua provação. Vinte e quatro horas após sua chegada ao posto de inspeção de imigrantes em Ellis Island, Nova York, os seis chineses sobreviventes do Titanic foram expulsos do país por causa da Lei de Exclusão Chinesa, uma lei polêmica e racista que proibia a imigração de chineses para os Estados Unidos. Os seis homens desapareceram da história - até agora. Um documentário que acaba de estrear na China, The Six (Os seis), destaca suas identidades e vidas 109 anos após a viagem. O malfadado Titanic afundou em 1912 Getty Images via BBC O filme revela uma história para além do Titanic, moldada pela discriminação racial e pela política anti-imigração que adquiriu uma ressonância particular hoje após os recentes crimes de ódio contra pessoas de origem asiática nos Estados Unidos. Quem foram os seis sobreviventes chineses? Os homens foram identificados como Lee Bing, Fang Lang, Chang Chip, Ah Lam, Chung Foo e Ling Hee. Acredita-se que eram marinheiros que estavam indo trabalhar no Caribe. "Como um grupo de pessoas que estavam juntas, eles são peculiarmente desconhecidos", diz Arthur Jones, cineasta britânico e diretor de The Six, à BBC. Os nomes dos sobreviventes chineses estavam na lista de passageiros do navio, e reportagens sobre o naufrágio do Titanic os mencionaram brevemente. Mas, ao contrário de outros sobreviventes do Titanic que receberam elogios na imprensa, os homens chineses foram vilipendiados por causa do sentimento anti-chinês no Ocidente no início do século 20, de acordo com historiadores e pesquisadores. Em um relatório apresentado dias após o naufrágio, por exemplo, o Brooklyn Daily Eagle chamou os sobreviventes chineses de "criaturas" que pularam nos botes salva-vidas "ao primeiro sinal de perigo" e se esconderam sob os assentos. Mas a pesquisa da equipe de produção do documentário mostrou que essa afirmação era falsa. Eles construíram uma réplica do barco salva-vidas do Titanic e descobriram que seria impossível para os chineses se esconderem sem serem vistos. "Acho que vemos a mesma coisa hoje. Vemos imigrantes que são usados ​​como bodes expiatórios pela imprensa", diz Jones. Um único bilhete lista os nomes dos oito passageiros chineses do Titanic - seis deles sobreviveram LP Filmes Outra cobertura da imprensa na época acusou os homens chineses de terem se vestido de mulheres para ter prioridade no embarque dos botes salva-vidas. O historiador especialista na história do Titanic, Tim Maltin, diz que não há prova de que os sobreviventes chineses tenham se escondido ou se disfarçado de mulheres. "Foram histórias inventadas pela imprensa e pelo público após o evento", conta ele à BBC. Os rumores podem ter se originado de um estigma associado a muitos sobreviventes do sexo masculino do Titanic, já que na época o público em geral achava que mulheres e crianças deveriam ter sido priorizadas no resgate. Um único bilhete lista os nomes dos oito passageiros chineses do Titanic - seis deles sobreviveram BBC De acordo com Maltin, os homens chineses tentaram ajudar outros sobreviventes. Fang Lang, o homem que se amarrou a uma porta flutuante, mais tarde remou no bote salva-vidas que o resgatou e ajudou a transportar todos a bordo para um local seguro. O que aconteceu com eles depois do acidente? Expulsos dos Estados Unidos, os seis homens foram enviados a Cuba. Eles logo encontraram seu caminho para o Reino Unido, onde havia uma escassez de marinheiros, já que muitos marinheiros britânicos se alistaram no Exército durante a Primeira Guerra Mundial. Chang Chip ficou cada vez mais doente após a noite fatídica no Titanic e acabou morrendo de pneumonia em 1914, dois anos após o naufrágio. Ele foi enterrado em um túmulo sem identificação em um cemitério em Londres. Quando os relatos do desastre chegaram a Nova York em abril de 1912, as pessoas se reuniram em torno dos quadros de avisos dos jornais Getty Images via BBC Os demais trabalharam juntos na Inglaterra até 1920, quando o país sofreu com a recessão do pós-guerra e os sentimentos anti-imigrantes estavam em alta. Alguns desses homens chineses se casaram com mulheres britânicas no Reino Unido e tiveram filhos. Mas uma política anti-imigração os forçou a deixar o país sem aviso prévio, deixando seus entes queridos para trás. "Não foi culpa deles. Todas essas famílias foram realmente separadas pela política, algo sobre o qual eles não tinham nenhum controle", diz Jones. Ah Lam foi deportado para Hong Kong, enquanto Ling Hee embarcou em um barco a vapor com destino a Calcutá, na Índia. Lee Bing imigrou para o Canadá, enquanto Fang Lang, após velejar entre a Grã-Bretanha e Hong Kong durante anos, tornou-se cidadão do país que uma vez o havia rejeitado - os EUA. Paralelos entre a história e os dias atuais Tom Fong, filho de Fang Lang, nasceu em Milwaukee, Wisconsin, quase meio século após o naufrágio do Titanic. O sobrenome da família tem várias grafias em inglês. Durante décadas, ele nada sabia sobre a experiência de seu pai no Titanic. "Ele (Fang Lang) nunca falou sobre isso. Nem comigo nem com minha mãe", diz Fong à BBC. Tom Fong não sabe nada sobre a experiência de seu pai BBC Fang Lang faleceu em 1985 aos 90 anos. Somente 20 anos após sua morte, Fong soube pela primeira vez por um membro da família que seu pai havia sobrevivido ao épico naufrágio. Fong acha que seu pai pode ter mantido sua sobrevivência no Titanic em segredo por causa de uma mistura de trauma e estigma. "Havia muitas informações dizendo que eles estavam se esgueirando para baixo do barco e se vestiam como mulheres…", diz ele. "Histórias como essa circulavam na época." Quando a equipe de pesquisa do filme rastreou os descendentes dos sobreviventes, muitos deles ainda relutavam em compartilhar as histórias de suas famílias devido ao estigma vivido por seus familiares um século atrás. Tendo crescido no Estado americano de Wisconsin, Fong testemunhou muitos incidentes em que seu pai teve que lutar contra o racismo, incluindo socar um homem que os chamou de nomes depreciativos. "Ele (Fang Lang) era um bom cavalheiro, até sentir que estava sendo discriminado por sua etnia", diz Fong. Mais de cem anos depois, a hostilidade experimentada pelos seis sobreviventes chineses estranhamente ecoa o racismo anti-asiático alimentado pela pandemia do coronavírus. Só nos Estados Unidos, houve milhares de casos de abuso relatados nos últimos meses, desde cuspidas e assédio verbal a agressões violentas. Fong escolheu compartilhar a história de sua família, com a esperança de que o público aprenda sobre a verdadeira história dos sobreviventes chineses do Titanic e reflita sobre os eventos atuais. "Se você não conhece a história, ela se repetirá", diz Fong. VÍDEOS: Notícias internacionais
Sun, 18 Apr 2021 05:24:01 -0000
Comissão especial da Câmara vai discutir mudanças na lei eleitoral
Entre os temas, está a criação do distritão, um sistema que, segundo especialistas, enfraquece os partidos e a democracia. Comissão especial da Câmara vai discutir mudanças na lei eleitoral Uma comissão especial da Câmara vai discutir mudanças na lei eleitoral. Entre os temas, está a criação do distritão, um sistema que, segundo especialistas, enfraquece os partidos e a democracia. Deputados e senadores têm até outubro para aprovar novas mudanças na lei, ou elas não vão valer nas eleições de 2022. Um dos temas que os deputados querem voltar a discutir é o chamado distritão, que já foi votado e rejeitado duas vezes pelo plenário da Câmara. Para acelerar a discussão, deputados favoráveis às mudanças decidiram incluir a nova reforma numa Proposta de Emenda à Constituição de 2011, que apenas proibia a realização de eleições em data próxima a um feriado nacional. Essa PEC já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Com a manobra, a discussão sobre o distritão e outras possíveis mudanças pularia a etapa da CCJ, indo direto para a comissão especial. Hoje, o sistema para eleger deputados e vereadores é o proporcional. As vagas são distribuídas proporcionalmente ao número de votos que candidatos e partidos recebem. No chamado distritão, são eleitos os candidatos mais votados. Os votos nos candidatos perdedores e nos partidos não são considerados. Ou seja, a eleição para o Legislativo vira majoritária, como ocorre para presidente, governadores, senadores e prefeitos. Cientistas políticos e muitos parlamentares consideram que o distritão valoriza mais o voto em celebridades e menos em ideias e programas, o que acaba enfraquecendo os partidos e a democracia. “O distritão é uma mudança prejudicial à democracia. É muito personalista, porque os partidos políticos são praticamente descartados na formação da consciência do voto por parte do cidadão. Então os programas partidários são desconsiderados e isso reduz o nível de qualidade da nossa democracia representativa”, criticou o deputado Fábio Trad (PSD-MS). Os líderes de partidos começaram a indicar os deputados para a comissão. A deputada Renata Abreu, do Podemos, deve ser a relatora e já adiantou que vai discutir todas as propostas. Mudanças na cláusula de barreira também podem ser discutidas. Aprovada em 2017, a cláusula determina que os partidos têm que atingir um número mínimo de votos para terem acesso, por exemplo, ao fundo partidário e ao tempo de propaganda no rádio e na TV. O professor e cientista político Jairo Nicolau, da FGV, lembra que o Congresso aprovou duas reformas eleitorais nos últimos anos e afirma que o Brasil não precisa de outra: “Nós vimos nas eleições municipais de 2020 que os partidos não puderam se coligar para vereador. O mesmo vai começar a vigorar em 2022 nas eleições para Câmara dos Deputados e para as assembleias legislativas. Quer dizer, a gente tem uma reforma política que sequer foi testada de maneira completa, vai começar em 22. E eu acho um despropósito fazer mais uma comissão para discutir reformas, sendo que a gente já faz isso há muito tempo, e hoje tem um sistema eleitoral, um sistema político razoavelmente bom comparando a outros momentos da nossa história política.” Como são propostas que alteram a Constituição, se passarem pela comissão especial, ainda vão ser votadas duas vezes no plenário da Câmara e outras duas no do Senado.
Sun, 18 Apr 2021 02:35:29 -0000
Famílias que perderam renda na pandemia plantam o que comer em hortas comunitárias no Paraná
Durante a pandemia, muitos trabalhadores perderam o emprego. Foi aí que a solidariedade entrou em ação e eles conseguiram terrenos emprestados. Em um ano já abriram quatro hortas. O que sobra, eles vendem, mas também doam. Famílias que perderam renda na pandemia plantam o que comer em hortas comunitárias no Paraná Dezenas de famílias que perderam a renda durante a pandemia estão plantando o que comer em hortas comunitárias, na Região Metropolitana de Curitiba. O que sobra, eles vendem, mas também doam. A terra é cultivada com a força de quem vive à sombra da miséria. Simone Felix de Oliveira tem cinco filhos. Não é fácil alimentar toda a família quando se está desempregada e sem dinheiro. Repórter: Como é que para uma mãe chegar um dia e dizer: não tem o que comer? Simone: Ah, não é fácil. Para mãe nenhuma é fácil. A gente vai fazer o que, né? Durante a pandemia, muitos desses trabalhadores perderam o emprego. Muitas vezes não tinha comida dentro de casa. Foi aí que a solidariedade entrou em ação e eles conseguiram terrenos emprestados. Em um ano já abriram quatro hortas. Plantar para comer foi o que uniu pelo menos 100 moradores de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. As hortas garantem comida fresca e dinheiro: o que sai de lá eles ou comem ou vendem. “É uma união. Plantamos juntos, colhemos juntos, e o dinheiro é dividido para cada um que coopera junto”, conta Adriele Aparecida dos Santos, coordenadora do projeto Taquari. “Encontramos aqui um caminho, não só eu, mas como todo mundo que está aqui”, afirma Simone E essa ideia tem se espalhado por outras comunidades. Na Caximba, em Curitiba, um paraíso verde traz o alimento durante a pandemia. “Tem bastante gente passando apuro, passando necessidade, você vê que tem muita gente humilde aqui, e isso aqui ajuda muito, tem ajudado bastante”, diz Edmilson Gomes Xavier, voluntário da Horta Caximba. Todos os dias os produtos colhidos são levados para cozinha solidária da Vó Ni. E ela garante prato cheio para pelo menos 200 pessoas. Nos últimos tempos as doações de alimentos minguaram. E a Vó Ni só conseguiu manter a produção diária de almoço com a ajuda da horta. “A horta que salva, porque se você por uma abóbora, um chuchu, uma couve flor, um repolho, já aumenta. Não tem condições de fazer muita mistura, então eu faço com as verduras da horta, junto, que aumenta”, conta a cozinheira Roseni dos Santos Fragozo, a dona Ni. Os moradores saem com as vasilhas cheias de comida. A dona Isabel, que ajuda na horta, agora tem prato cheio também: "O nosso socorro é essa horta e a cozinha comunitária da dona Ni." “A terra aqui é muito maravilhosa e ajuda. Você planta um grão e ela dá cem grãos, ela dá cem vezes mais. Se você cuidar com carinho e com dedicação a terra dá, é o que nós fazemos aqui, nós temos carinho, dedicação e nós estamos cuidando”, afirma o voluntário Edmilson Xavier. Veja aqui informações sobre outras formas de ajudar quem precisa no seu estado.
Sun, 18 Apr 2021 01:34:56 -0000
VÍDEOS: Jornal do Acre 2ª Edição deste sábado, 14 de abril

Veja o que foi destaque durante todo o dia no Acre. Veja o que foi destaque durante todo o dia no Acre.
Sun, 18 Apr 2021 01:28:25 -0000
BH vacina cerca de 17 mil idosos de 73 e 74 anos em sábado de antecipação da segunda dose

O número equivale a 77% do público desta faixa etária. Na próxima segunda-feira (19), será a vez de idosos de 71 e 72 anos receberem a segunda dose. Belo Horizonte vacina com a segunda dose idoso de 73 e 74 anos Cerca de 17 mil idosos de 73 e 74 anos receberam a segunda dose da vacina contra a Covid-19 em Belo Horizonte neste sábado, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA). O número equivale a 77% do público desta faixa etária. A aposentada Ângela Maria Cota foi uma das imunizadas e disse sentir mais alívio com o esquema vacinal completo. "(A pandemia) dá um pouco de ansiedade, mudou muito a rotina da gente. Esta segunda dose vem para tranquilizar mais", contou. A aposentada Ângela Maria Cota recebeu segunda dose da vacina contra a Covid-19 em BH neste sábado (17) Reprodução TV Globo Na próxima segunda-feira (19), idosos de 71 e 72 anos serão vacinados com a segunda dose. A imunização será realizada das 7h30 às 16h30, nos postos fixos e extras, e das 8h às 16h30, nos pontos de drive-thru. Os endereços estão no site da prefeitura. Segundo a SMSA, o prazo para a aplicação da segunda dose segue as recomendações do Ministério da Saúde. No caso da CoronaVac, o intervalo entre a primeira e segunda doses é de 14 a 28 dias. Para se vacinar, o idoso deve levar documento de identidade, CPF e comprovante de residência, além do cartão de vacinação que registre a aplicação da primeira dose. Vídeos mais vistos no G1 MG:
Sun, 18 Apr 2021 01:15:24 -0000
EUA e China estão 'comprometidos a cooperar' diante da crise climática

Comunicado conjunto foi emitido neste sábado, após a primeira visita de membros do governo Biden à China. EUA e China estão 'comprometidos a cooperar' diante da crise climática, diz comunicado dos dois países. Jason Lee/Reuters Os Estados Unidos e a China estão "comprometidos a cooperar" no combate às mudanças climáticas, disseram os dois países em um comunicado conjunto neste sábado (17), após uma visita a Xangai do enviado dos EUA para o clima, John Kerry. Ambos os países "estão comprometidos a cooperar entre si e com outros países para enfrentar a crise climática com a seriedade e urgência que ela exige", afirma o comunicado, assinado por Kerry e o enviado especial da China para as mudanças climáticas, Xie Zhenhua. Kerry, ex-chefe da diplomacia dos EUA, foi o primeiro funcionário do governo do presidente Joe Biden a visitar a China, o que amplia a expectativa de que as duas partes possam trabalhar juntas nesse desafio global, apesar do aumento das tensões em outras frentes. A nota conjunta listou vários caminhos para a cooperação entre os Estados Unidos e a China, as duas maiores economias do mundo, que juntas respondem por quase metade das emissões de gases de efeito estufa responsáveis pelas mudanças climáticas. No comunicado, as potências enfatizaram o aprimoramento de suas respectivas ações "e a cooperação em processos multilaterais, incluindo a Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas e o Acordo de Paris". Biden tem feito do combate às mudanças climáticas uma prioridade, virando a página de seu antecessor Donald Trump, que estava intimamente alinhado com a indústria de combustíveis fósseis. O presidente dos EUA reincorporou o país ao Acordo de Paris de 2015, que Kerry negociou quando era secretário de Estado, e se comprometeu com as nações a tomar medidas para manter os aumentos de temperatura em no máximo dos dois graus Celsius acima dos níveis pré-industriais.
Sun, 18 Apr 2021 00:55:32 -0000
Falta de mão de obra leva empresas de tecnologia a investir na formação de funcionários
Com a pandemia, empresas tiveram que acelerar a transformação digital e também contratar estrangeiros, já que muitos serviços migraram para a internet. Empresas de tecnologia contratam estrangeiros devido à falta de mão de obra especializada Diante da falta de mão de obra especializada na pandemia, empresas de tecnologia estão investindo na contratação de estrangeiros e na formação de funcionários. O espaço tá pronto, um andar inteiro. Só falta gente pra ocupar as cadeiras. "Metade do andar está ocupado, metade extremamente e metade tá esperando as pessoas. E aqui tem vaga aberta faz meses e pagando bem, de 10 a 15 mil reais mensais", relata Fávio Ieger, CEO. Mesmo com esses salários, está difícil contratar. Em todo o país, são 50 mil vagas abertas, a maioria para programadores e desenvolvedores. E essa demanda pode aumentar ainda mais. A estimativa é que nos próximos dois anos o Brasil vai precisar de pelo menos 500 mil profissionais da área de tecnologia. "Nós temos cursos bons, mas não são suficientes para a demanda. É preciso cursos cada vez mais rápidos para a formação desses profissionais", destaca Vinícius Mello, consultor do Sebrae. Um dos motivos desse apagão é a transformação digital, que foi acelerada pela pandemia. Comércio eletrônico, serviços de entrega, home office, comunicação... Muitos serviços migraram para a internet e é preciso mais gente pra manter esse mundo virtual. "Não tem mais volta. A gente vai só caminhando pra frente e vamos ter que nos adaptar cada vez mais a utilização das plataformas de uma vida mais conectada e digital", fala o presidente da Assepro. A caça à mão de obra qualificada não respeita divisas nem fronteiras. Uma empresa de Curitiba (PR) buscou profissionais nas regiões Norte e Nordeste. E uma outra, com quase 90 vagas para preencher, foi ainda mais longe: contratou programadores na Argentina e no Paraguai, pra trabalhar em home office. "Nós já temos 3 vagas preenchidas com pessoal de fora e espera aumentar isso fortemente porque vamos fazer um trabalho para expandir esse modelo", conta Itamir Viola. A empresa também resolveu formar os próprios profissionais. Montou um curso gratuito e já está treinando 200 jovens, a maioria de baixa renda. "É um programa de inclusão que também tem objetivo de suprir a demanda de contratações", destaca. O Flávio, de 17 anos, quer garantir uma vaga: "É o que eu amo fazer, é minha paixão, eu espero chegar muito longe", ressalta.
Sun, 18 Apr 2021 00:53:08 -0000
Confira os números da pandemia de Covid-19 nas regiões de Bauru e Marília

G1 divulga balanço das secretarias municipais de Saúde. Confira os números da pandemia de Covid-19 nas regiões de Bauru e Marília G1 divulga balanço das secretarias municipais de Saúde.
Sun, 18 Apr 2021 00:44:00 -0000
PM apreende mais de 800 kg de maconha vinda do Paraguai em casa na Região Oeste de BH

Quatro homens foram presos. Eles iriam revender a droga em várias regiões de Minas Gerais. Polícia Militar apreendeu 415 barras de maconha em residência na Região Oeste de BH Esley Resende/ TV Globo Mais de 800 kg de maconha foram apreendidos pela Polícia Militar (PM) em uma residência no bairro Palmeiras, na Região Oeste de Belo Horizonte, na tarde deste sábado (17). Quatro homens foram presos. De acordo com o cabo Fabrício Rodrigues, do Grupo Especializado em Radiopatrulhamento (GER), os militares chegaram ao local por meio de denúncia anônima. Três suspeitos tentaram fugir, mas foram localizados após cerco realizado pelos policiais. Outro homem foi preso no interior da casa. Foram encontradas 415 barras de maconha, a maioria de 2 kg, e 11 barras de haxixe. Os entorpecentes são provenientes do Paraguai e seriam revendidos em Minas Gerais. "Essa droga não estava sendo comercializada somente na Região Metropolitana de Belo Horizonte, mas em todo o estado. Dois dos presos são oriundos de Patrocínio e estavam aqui para buscar a droga e levar para a cidade, e um é de Três Marias", afirmou o cabo Fabrício. Dois suspeitos possuem passagem por tráfico de drogas. Segundo o militar, a ocorrência será finalizada na delegacia da Polícia Federal, já que o telefone de um dos envolvidos recebeu diversas ligações do Paraguai durante a abordagem. Mais 100 kg de maconha são apreendidos e duas mulheres são presas em Contagem Mais de 100 barras de maconha foram apreendidas pela PM em Contagem Polícia Militar/ Divulgação Duas mulheres, de 27 e 33 anos, foram presas suspeitas de tráfico de drogas em Contagem. A Polícia Militar recebeu informações de que uma das suspeitas, moradora do bairro Lindeia, na Região do Barreiro, na capital, iria buscar droga no bairro Pedra Azul, em Contagem. Os militares abordaram o veículo em que ela estava, acompanhada de outra mulher, na volta e encontraram uma barra de maconha. As suspeitas contaram o endereço onde o material estava, no bairro Nacional. No local, foram encontradas mais 108 barras da droga. Vídeos mais vistos no G1 MG:
Sun, 18 Apr 2021 00:33:25 -0000

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