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Processo seletivo para cursos técnicos do IFPB tem lista preliminar com 18 mil inscritos

Comissão Permanente de Concursos Públicos (Compec) divulgou as listas preliminares de inscritos no Processo Seletivo de Cursos Técnicos (PSCT 2019). Campus do IFPB em Sousa IFPB/Divulgação/Arquivo O processo seletivo para cursos técnicos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) conta com 18.031 inscritos para as 3,5 mil vagas. A lista preliminar foi divulgada segunda-feira (12) e quem desejar interpor recursos pedindo correção de dados pode fazer isso nesta terça-feira (13) e quarta-feira (14). As inscrições terminaram na sexta-feira (9). Após a análise da Comissão Permanente de Concursos Públicos (Compec), a lista oficial de candidatos inscritos deve ser divulgada em 19 de novembro. O resultado preliminar está previsto para 3 de dezembro. O prazo para recursos é nos dois dias seguintes. O resultado final deve ser publicado em 12 de dezembro. Inscritos para o Ensino Médio Integrado ao Técnico do Edital 71/2018. Inscritos para cursos técnicos subsequentes no Edital 73/2018. Inscritos para os cursos de Instrumento Musical no Edital 74/2018. Inscritos no ensino médio integrado ao técnico do Edital 72/2018. Ao todo, quatro editais para o processo seletivo de cursos técnicos, que somam 3.565 vagas, foram publicados pelo IFPB. De acordo com os editais, são oferecidas vagas em 20 campi do instituto, distribuídos entre 18 municípios do estado, para o período letivo 2019.1. As oportunidades estão divididas em duas modalidades: ensino médio integrado ao técnico, voltada para quem concluiu o nível fundamental, e ensino técnico subsequente, para aqueles que já terminaram o nível médio.
Tue, 13 Nov 2018 18:26:15 -0000
Trabalho vai manter status de ministério, diz Bolsonaro
Presidente eleito informou que outra pasta será unificada ao Ministério do Trabalho. Bolsonaro deu declaração durante entrevista coletiva após visitar tribunal militar. O presidente eleito Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (13) que a pasta do Trabalho manterá status de ministério e não se tornará uma secretaria. Bolsonaro deu a declaração após ser questionado sobre o assunto. Na semana passada, Bolsonaro havia dito que pasta perderia status ministerial e seria incorporada a algum ministério. "O Trabalho vai continuar com status de ministério. Não vai ser secretaria, não", afirmou. "Vai ser ministério disso, disso, disso e Trabalho. É igual o Ministério da Indústria e Comércio, é tudo junto", acrescentou.
Tue, 13 Nov 2018 18:25:02 -0000
3º Feirão de Empregabilidade para pessoas com deficiência e Jovem Aprendiz é promovido em Caruaru

Evento vai oferecer oficinas de formação profissional para os interessados. Feirão de empregabilidade em Caruaru Assessoria/Divulgação Na próxima terça-feira (20) será realizado o 3º Feirão de Empregabilidade para pessoas com deficiência e Jovem Aprendiz de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O evento, produzido pela Prefeitura do município, contará com diversas empresas parceiras que irão ofertar vagas para os candidatos. A ação será realizada no Espaço de Eventos do Caruaru Shopping, das 9h às 17h, onde os candidatos terão atendimentos das empresas parceiras com a oferta do número de vagas e a exposição do material de divulgação institucional. O feirão será também uma oportunidade de promover a aprendizagem com as oficinas de formação profissional que serão ministradas no local para os interessados. Os candidatos que não tiverem condições de levar o currículo pronto poderão contar com uma equipe que estará confeccionando o documento no local, e poderão entregar diretamente para as empresas expositoras do feirão, no caso de possibilidade ou interesse de contratação. O Ministério do Trabalho estará presente fornecendo Carteira de Trabalho. As ofertas de emprego serão voltadas para quem tem entre 14 e 24 anos, no caso do Jovem Aprendiz, e para pessoas com deficiência, sem limite de idade. As inscrições estão abertas até o dia 19 de novembro, através do site do Conecta Oportunidades.
Tue, 13 Nov 2018 18:24:42 -0000
Atendimento das ligações do serviço de emergência 190 de Uberlândia é normalizado

Chamadas feitas por números da TIM estavam sendo direcionadas para Patos de Minas. Polícia Militar está monitorando situação que virou inquérito do MPE. Copom PM Polícia Militar Uberlândia Reprodução/TV Integração As ligações para o número de urgência 190 de Uberlândia, que estavam sendo direcionadas para a Central de Atendimento da Polícia Militar (PM) em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, foram normalizadas. O major Mauro Elias informou nesta terça-feira (13) que há pelo menos 24 horas nenhuma queixa foi registrada. O serviço estava com problemas desde o dia 1º de novembro e diante da situação o Ministério Público Estadual (MPE) instaurou um inquérito civil público contra as empresas de telefonia Embratel e TIM. “Desde as 13h desta segunda-feira as ligações feitas por moradores de Uberlândia usando a operadora TIM estão sendo atendidas por equipes na própria cidade. É importante que esteja funcionando adequadamente por conta da agilidade. Quando o policial faz o registro, a viatura é empenhada de imediato”, explicou. Por nota, a Embratel disse que o problema reportado ocorreu por falhas de configuração de rotas de outra operadora e que as rotas de telefonia referentes ao serviço mencionado prestado pela empresa estão funcionando corretamente. A reportagem procurou a TIM para posicionamento e aguarda retorno.
Tue, 13 Nov 2018 18:23:49 -0000
Ex-vereador suspeito de cometer homicídio vai a júri em Ji-Paraná

Julgamento vai acontecer no Fórum Hugo Aller na quarta-feira (14). Clodoaldo Cardoso se entregou à polícia dia 15 de fevereiro, cinco dias após o crime. Clodoaldo Cardoso, ex-vereador de Ji-Paraná suspeito de cometer suicídio. Divulgação/TRE O ex-vereador Clodoaldo Cardoso (PR) seguirá para júri popular em Ji-Paraná (RO), município a pouco mais de 370 quilômetros de Porto Velho. O julgamento está marcado para acontecer no Fórum Hugo Aller na quarta-feira (14). Clodoaldo é suspeito de ter cometido um homicídio no último dia 10 de fevereiro após um desentendimento com um homem no meio da rua. Cinco dias depois do crime, ele se entregou à polícia. O G1 tenta contato com a defesa dele. Há cerca de seis meses, ele chegou a pedir para ser afastado do cargo. A votação do caso aconteceu durante uma sessão ordinária na Câmara Municipal de Ji-Paraná (CMJP) e foi aprovada com nove votos a favor, três contra e cinco ausências. No lugar dele, quem assumiu foi o suplente Beto Wosniach (PR), que recebeu 716 votos. Relembre o caso O vereador é suspeito de matar um homem na tarde do dia 10 de fevereiro no bairro São Francisco. Na ocasião, o vereador teria se envolvido em uma discussão no meio da rua e efetuado três disparos contra a vítima. A prisão foi decretada no mesmo dia e ele se entregou à polícia cinco dias após o crime. Desde então, permanece preso. No dia 16 de fevereiro, a então defesa pediu a revogação da prisão, que foi negada pela Justiça. Em seguida pediu um habeas corpus, mas não conseguiu a liberdade do vereador. Clodoaldo Cardoso se entregou à polícia cinco dias após o crime. Reprodução/Rede Amazônica Clodoaldo permaneceu no cargo e recebendo salário. De acordo com o regimento interno da câmara, cada vereador pode faltar até 11 sessões ordinárias, e na 12ª ele perde o cargo. O ex-vereador conseguiu completar a 10ª falta às sessões ordinárias da câmara. Cada falta equivale a 10% de desconto no valor mensal do salário do vereador. Em março, o vereador teve cinco faltas às sessões e recebeu o equivalente a metade do salário. O inquérito foi concluído pela Polícia Civil e entregue ao Ministério Público de Rondônia (MP-RO). Veja mais notícias da região no G1 Ji-Paraná e Região Central.
Tue, 13 Nov 2018 18:22:27 -0000
Prefeitura abre licitação para concessão do aeroporto de Campos, no RJ

A concessão abrangerá serviços de administração das atividades, operação, manutenção, segurança da aviação, segurança operacional e exploração comercial. Aeroporto Bartolomeu Lizandro, em Campos dos Goytacazes Divulgação/Prefeitura de Campos A Prefeitura de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, publicou na edição desta terça-feira (13) do Diário Oficial do município o aviso de licitação para a concessão do Aeroporto Bartolomeu Lizandro. A licitação ocorrerá no dia 21 de dezembro. A concessão do aeroporto foi autorizada pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil no dia 25 de outubro. O aeroporto de Campos é um dos únicos municipalizados do país. A publicação do aviso de licitação cumpre o prazo anunciado para liberação do edital, dando início ao trâmite licitatório em modalidade de maior oferta. Segundo a Prefeituta, a concessão abrangerá todos os serviços públicos de administração das atividades aeroportuárias, operação, manutenção, segurança da aviação, segurança operacional e exploração comercial, além da implantação, operação e manutenção da estação prestadora de serviços de telecomunicação e tráfego aéreo. A outorga para a concessão deverá ter valor a partir de R$ 1,8 milhões e entre as exigências do projeto de concessão montado pela Prefeitura está o investimento mínimo obrigatório de R$ 28 milhões nos primeiros cinco anos de contrato, com perspectiva de R$ 98 milhões em investimentos obrigatórios nos cerca de 30 anos de concessão.
Tue, 13 Nov 2018 18:22:23 -0000
Mulher suspeita de matar marido a facadas se apresenta em delegacia de Caruaru
Mulher disse que cometeu o crime em legítima defesa e depois fugiu por medo, diz polícia. A mulher suspeita de matar o marido no último domingo (11) se apresentou na delegacia nesta terça-feira (13) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Segundo a Polícia Civil, a mulher, que estava junto com advogado, alegou que discutiu com o marido porque ele tinha ciúmes dela. A suspeita informou também que o companheiro estava drogado e que foi ameaçada por ele com uma faca. Ainda conforme a polícia, a mulher disse que cometeu o crime em legítima defesa, e que por isso, golpeou o marido na perna, e depois fugiu por medo. Ela foi ouvida e liberada, mas vai responder pelo crime de homicídio.
Tue, 13 Nov 2018 18:21:45 -0000
Lojistas mineiros se unem em central de negócios inédita no setor calçadista

Empresários investem em marca própria, aumentam a lucratividade e já planejam expandir os negócios Divulgação Doze empresários do varejo calçadista de Minas Gerais se uniram em uma parceria inédita no setor. Reunidos sob a marca Folliah, recém-lançada, eles somam forças para aumentar o poder de negociação com fornecedores e oferecer ao mercado calçados com design diferenciado, qualidade e preço competitivo. A estratégia por trás dessa união é a seguinte: ao invés de cada lojista, sozinho, buscar fornecedores para abastecer sua loja, os 12 empresários agora fazem isto em conjunto. E mais, com o diferencial de terem uma marca própria, a Folliah, que reúne um mix de produtos variado, selecionados pelos próprios lojistas e fabricados em escala para atender a demanda do grupo. Por meio de uma central de negócios que reúne toda a demanda de produção e divulgação da marca, os empresários garantem descontos mais generosos junto a fornecedores. Além disso, têm outras vantagens, como um mark-up maior, ou seja, uma margem melhor entre o preço de custo da mercadoria e seu preço de venda. A troca de experiência e informações entre os empresários é uma vantagem competitiva da nova marca, que guarda em sua origem o sentido da parceria “de lojista para lojista”, como o grupo faz questão de frisar. Embora apresentada ao mercado recentemente, a marca Folliah vem sendo construída há mais de três anos, quando o empresário Itamar Machado, de Araxá, procurou o Sebrae em busca de apoio. “Já trabalhava com marca própria em minha loja e tinha planos de expandir o negócio”, conta. À época, ele e alguns empresários do ramo já vinham trocando informações, em mídias sociais, sobre o mercado calçadista. Esse relacionamento foi se estreitando e os lojistas resolveram se unir para traçar um plano em conjunto. “Percebi que os outros lojistas tinham a mesma dificuldade para encontrar um mix de produtos adequado e resolvi compartilhar minha ideia”, lembra. O primeiro encontro do grupo com o Sebrae foi em agosto de 2015. Logo depois, os lojistas passaram a se encontrar com mais frequência no Programa Cultura da Cooperação. Foram seis meses de trabalho focados na construção de uma estratégia conjunta de atuação. Logo em seguida, 12 empresários aderiram ao Programa Central de Negócios, que deu origem à Folliah. A marca de calçados femininos segue um conceito casual, com diversos estilos, de rasteiras a sandálias de salto. Já está caminhando para sua quinta coleção: inverno 2019. A produção gira em torno de 5 a 6 mil pares de calçados por coleção, e é distribuída entre 12 fábricas parceiras, em Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. As vendas, por enquanto, estão concentradas nas nove lojas dos sócios da Folliah, nos municípios de Barão de Cocais, Igarapé, Araxá, Carmópolis de Minas, Perdões, Nepomuceno, Andradas e Leopoldina. Com exceção das duas lojas de Itamar, em Araxá, que revendem apenas calçados da Folliah, todas as outras trabalham com multimarcas. “Agora vamos buscar novos parceiros para expandir a marca”, informa o empresário, que está há 25 anos no mercado.
Tue, 13 Nov 2018 18:20:40 -0000
Operação 'Anjos da Lei' cumpre mandados de prisão na Paraíba por tráfico de drogas em escolas

Ação da Polícia Civil cumpre mandados nas cidades de João Pessoa, Bayeux, Mamanguape e Campina Grande. Ação de combate ao tráfico de drogas em escolas acontece na Paraíba Reprodução/TV Paraíba/Arquivo Uma ação de combate ao tráfico de drogas em escolas, realizada pela Polícia Civil, acontece na Paraíba. A operação ‘Anjos da Lei’ teve início nesta terça-feira (13), em 26 estados e no Distrito Federal. Na Paraíba, os 15 mandados de prisão são cumpridos em João Pessoa, Bayeux, Mamanguape e Campina Grande. Segundo o delegado Isaías Gualberto, até o começo da tarde desta terça-feira, foram presos três homens, e um adolescente foi apreendido, em Mamanguape e em João Pessoa, no bairro Ilha do Bispo. Ainda de acordo com o delegado, é importante “divulgar no meio educacional a importância de utilizar o disque denúncia 197 e mostrar os malefícios que as drogas fazem nos adolescentes, principalmente”, disse. Esta é quarta ação coordenada pelo Sistema Único de Segurança Pública (Susp), em que as polícias civis de cada unidade da federação atuam sob a chefia do Ministério da Segurança Pública.
Tue, 13 Nov 2018 18:19:09 -0000
Desembargador fala em 'afirmações genéricas' e manda soltar diretores da estatal que administra o Porto de Santos

Liminares foram concedidas com medidas cautelares para os investigados na Operação Tritão, da Polícia Federal. Presidente da estatal que administra Porto de Santos foi preso pela Polícia Federal Reprodução/JN O desembargador federal Fausto de Sanctis, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, concedeu, nesta terça-feira (13), habeas corpus para três diretores da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e para um empresário investigado por fraudes em licitações da estatal que administra o Porto de Santos, no litoral de São Paulo. As decisões estabelecem medidas cautelares e pagamento de fiança. A Operação Tritão (rei dos mares, na mitologia grega) foi deflagrada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal, Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas da União e Receita Federal, após suspeitas desvios em contratos de R$ 80 milhões envolvendo a estatal. A divulgação de um vídeo, em que o ex-assessor da docas insinua negociatas, foi o estopim para as investigações. Ao justificar as decisões liminares (provisórias), o desembargador afirmou que o juiz da 5ª Vara Federal de Santos, Roberto Lemos dos Santos Filho, baseou-se em "afirmações genéricas" para decretar as prisões preventivas (por tempo indeterminado) dos investigados na quinta-feira (9). Antes eles ficaram temporariamente presos por 10 dias, após a deflagração da operação. Foram beneficiados pelo habeas corpus: José Alex Botelho de Oliva (diretor presidente da Codesp) – Fiança: R$ 150 mil Cleveland Sampaio Lofrano (diretor de mercado da Codesp) – Fiança: R$ 120 mil Gabriel Nogueira Eufrasio (diretor jurídico da Codesp) – Fiança: R$ 120 mil Mario Jorge Paladino (empresário) – Fiança: R$ 180 mil Além da fiança arbitrada, o desembargador permitiu a soltura desde que eles se apresentem a cada dois meses à Justiça, que não entrem em contato com os demais investigados e testemunhas, que não se ausentem do município residente por mais de oito dias sem autorização, que não saiam à noite e madrugada, e proibiu que trabalhem no serviço público. Permanecem sem decisão liminar: Carlos Antônio de Souza (ex-assessor do presidente) Joabe Franscico Barbosa (empresário) Joelmir Francisco Barbosa (empresário) O juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, titular da 5ª Vara Federal de Santos, decidiu pela conversão das prisões, na noite de quinta-feira, após manifestação do Ministério Público Federal (MPF). Para a Procuradoria, os investigados devem permanecer em cárcere uma vez que crimes foram confirmados em depoimentos e que, se eventualmente soltos, provas podem ser destruídas. “Tenho que esses elementos, de forma inequívoca, revelam o grande poder político e financeiro ostentado pelos representados, sendo certo que, até mesmo os que deixem de ocupar cargos na Codesp, poderão influenciar de forma prejudicial os trabalhos que estão em desenvolvimento pela Polícia Judiciária para desvendar as graves ações concretizadas pela organização criminosa”, escreveu o juiz de primeiro grau na decisão. Após a prisão dos investigados, na ocasião da deflagração da operação, o Ministério dos Transportes decidiu por retirar do cargo o presidente da Codesp e os diretores envolvidos. No mesmo dia, o Conselho de Administração (Consad) da companhia aprovou os nomes dos servidores substitutos, que assumiram o cargo de maneira de definitiva. Investigação Os investigadores analisaram três contratos assinados pela Codesp em 2016 e encontraram irregularidades. Segundo o MPF, há suspeita da atuação de uma organização criminosa na Codesp. Por meio de corrupção, os integrantes formaram um cartel e fraudaram licitações em contratos de informática no Porto de Santos e na Secretaria de Portos do Ministério dos Transportes. O Ministério Público Federal identificou, até a deflagração da operação, três contratos que foram firmados a partir de negociatas: Digitalização e guarda de documentos da Codesp, no valor de R$ 7,3 milhões, cujo pregão eletrônico foi vencido pela empresa MC3 Tecnologia, mediante fraude. A empresa disputou a licitação com outra companhia do mesmo grupo econômico; Sistema de gerenciamento, contrato assinado pela Secretaria de Portos, do Ministério dos Transportes, e depois repassada à Codesp em 2016 pelo valor de R$ 12,3 milhões. A empresa vencedora, N2O, teria vencido a licitação por meio de direcionamento. Assim como a Codesp aderiu ao contrato, outras empresas do ramo portuário e logístico também aderiram, e o valor contratado hoje atingiu R$ 71,7 milhões. Segundo análise do Tribunal de Contas da União, os sistemas objetos do contrato são pouco úteis, caros e vários dos processos que ele realiza são dispensáveis; Pagamento indevido de R$ 1,2 milhão, pela Codesp, à empresa Domain Consultores Associados em Informática, em setembro de 2016. A empresa alegava ter sido prejudicada por variações cambiais e exigia mais dinheiro do Porto de Santos, o que ela conseguiu com apoio do setor jurídico do porto, após três negativas da área de logística, que não via razão para o pagamento extra. Vídeo Em setembro de 2016, uma página em uma rede social publicou um vídeo em que o então assessor da presidência da Codesp, Carlos Antonio de Souza, negocia um contrato de digitalização de documentos para a estatal com um intermediário. Mesmo sem licitação publicada, ele fala em valores e o nome da empresa vencedora. Souza diz que vai lançar o Termo de Referência para o certame. "Eu percebi que não tem nada digitalizado, peguei o Mario Jorge... O Mario Jorge, tá... Um contrato de R$ 80 milhões de digitalização, já fiz TR e daqui uns 15 dias tá na rua", diz na gravação o assessor, então cedido à diretoria administrativa e financeira da estatal. Naquele mesmo mês, a Codesp assinou um contrato de R$ 7,3 milhões com a firma MC3 Tecnologia e Logística, sediada em São Caetano do Sul, e do empresário Mario Jorge Paladino. A denúncia fez com que a estatal apurasse o caso, mas o acordo foi mantido e até um aditivo de R$ 3,4 milhões foi firmado no ano seguinte.
Tue, 13 Nov 2018 18:18:43 -0000

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